Núcleo de Estudos e Artes do Vale do Âncora
Domingo, 15 de Dezembro de 2019
Mensagem de Natal 2019

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Nunca como hoje se falou tanto sobre as questões ambientais. O aquecimento global, os gases com efeito de estufa, a desflorestação da Amazónia e em África, a exploração desenfreada de recursos naturais, o uso incontrolável de plásticos e combustíveis fosseis, são alguns dos títulos que nos invadem o quotidiano.

Os indicadores que dispomos colocam Portugal no bom caminho, ao contrário de outros países como o Brasil, os EUA ou a Rússia, onde políticas negacionistas tem prevalência no poder (democraticamente eleito, pasme-se!).

Mas também é muito fácil culpar os agentes políticos por estas situações. E nós, cidadão comum, estamos dispostos a mudar o nosso paradigma de vida, que é o crescimento, sempre mais e mais? A culpa é só dos Trumps e Bolsonaros deste mundo? Quantas viagens fizemos a mais? Quantos objectos desnecessários compramos para estarmos na vanguarda tecnológica? Em quanto desperdício de comida colaboramos?

No entanto, Portugal é continuamente assolado por interesses económicos que fazem tábua rasa do mais elementar bom senso ambiental. Vejam-se os casos do aeroporto do Montijo, da contínua pressão imobiliária sobre o sudoeste alentejano ou o processo da exploração do lítio, cheio de opacidades, mentiras e imprecisões intencionais.

Se a exploração de lítio no sítio da Serra d’Arga parece ter entrado numa fase de recuo, fruto da oposição popular, isso não dá garantia nenhuma e por certo que voltarão à carga mais tarde ou mais cedo.

A Serra d’Arga reúne todas as condições para ser uma área protegida envolvida pelas bacias hidrográficas dos rios Minho, Coura, Lima e Âncora, com núcleos populacionais estáveis e muito antigos, com uma biodiversidade de elevado valor e com capacidades de gerar desenvolvimento e fixar população, através da fileira agro turística.

As preocupações do NUCEARTES, não se prendem apenas com os grandes temas da atualidade, mas também com realidades à escala local.

Vila Praia de Âncora conviveu durante dúzias de anos com um exploração de pedra no Lugar da Póvoa, que entrou em processo de falência há meia dúzia de anos, deixando máquinas, equipamentos e consequências para quem vier, sem qualquer tipo de compensação para os moradores, sem qualquer tipo de solução minimizadora ou mitigadora das consequências ao nível dos resíduos, da condução das águas do monte e da paisagem irremediavelmente estragada.

A Quinta da Barrosa que foi alvo de uma pequena intervenção ao nível do muro exterior e da retirada de um equipamento radical, ficou mesmo assim, continuando a vontade política a fazer vista grossa a este monumento nacional classificado (Dólmen da Barrosa).

A Mata Nacional da Gelfa, a proteção da Duna dos Caldeirões, a ponte ferroviária Eiffel e a recuperação do Forte do Cão saíram definitivamente das agendas dos políticos locais, sempre tão céleres e prestáveis frente aos microfones e tão esquecidos quando se trata da cultura e do património local.

A Direção do NUCEARTES deseja a todos um Feliz Natal e Bom Ano 2020.

 



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Quarta-feira, 14 de Agosto de 2019
Queira dar-nos um minuto da sua atenção, senhor Vereador

Muito bem Sr. Vereador. No entanto, convem não esquecer a limpeza atempada e criteriosa da ecovia litoral, designadamente nas Freguesias de Areosa, Carreço e Afife.

Por favor, passe por lá e constatará qual é a realidade. Deixamos-lhe apenas três fotos...

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Quarta-feira, 19 de Dezembro de 2018
Arquivo de Imprensa para as Bibliotecas Municipais de Caminha e V. P. de Âncora

Carta aberta enviada ao Senhor Presidente da Câmara Municipal de Caminha sobre o assunto em título:

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O Concelho de Caminha tem um rico historial de títulos de imprensa, uns que passaram fugazmente pelo prelo, outros com vida longa, recheada de altos e baixos, mas sempre expressando a tenacidade que caracteriza os amantes do jornalismo. Alguns ultrapassaram mesmo as limitadas fronteiras do Concelho, para levar ao País e ao Mundo o que de mais relevante se passava nestas terras.

Conhecer melhor e divulgar os jornais do passado e do presente publicados neste Concelho, bem como incrementar o seu estudo nas vertentes que lhe estão associadas, consideramos ser um objetivo cultural de grande importância.

Este será um ponto de partida para um processo de debate e investigação em torno da imprensa da nossa região, contribuindo para que não desapareça a memória e se continue a afirmar como uma valiosa fonte de informação sobre factos, épocas, realidades políticas, económicas e sociais.

Em 2015, durante uma reunião de trabalho entre a direção do NUCEARTES e V. Exc., transmitimos-lhe pessoalmente o nosso desejo e o interesse público em dotar as Bibliotecas e o Arquivo Municipal com as coleções de periódicos que tiveram berço no Concelho de Caminha.

Títulos como Estrella de Caminha, O Caminhense, Voz do Âncora, Notícias de Caminha, ou Terra e Mar, entre outros, merecem lugar de destaque, atenção e investimento do poder público, pois representam a vivência de uma comunidade ao longo dos últimos cento e cinquenta anos.

Face ao exposto, exortamos V. Exc. a tomar as medidas necessárias à aquisição das coleções de periódicos acima referidas, em formato digital, de forma a dotar o Concelho de mais uma ferramenta cultural tão necessária ao estudo e divulgação da nossa História.

 

Aproveitamos a oportunidade para lhe desejar um Boas Festas e Bom Ano de 2019.

Com os melhores cumprimentos.

 

A Direção do NUCEARTES

 

18 Dezembro de 2018



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Quinta-feira, 8 de Novembro de 2018
Pitões das Júnias

Organizado pelo NUCEARTES, decorreu no passado dia 24 de Outubro uma visita à região de Pitões das Júnias, com o objectivo de conhecer de perto o interessante património local.

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publicado por nuceartes às 15:34
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Quinta-feira, 28 de Dezembro de 2017
Bom Ano 2018

O NUCEARTES – Núcleo de Estudos e Artes do Vale do Âncora vem desta forma exprimir o desejo de Bom Ano para todos.

Aproveitamos para exprimir (mais uma vez) a nossa preocupação sobre a obra inacabada na Quinta da Barrosa, junto ao Dólmen, bem como a Mata Nacional da Gelfa que continua ao abandono. E já que falamos em abandono temos de referir a Cividade de Âncora-Afife e o Forte do Cão.

Chamamos igualmente a atenção a quem de direito, para a Rua 31 de Janeiro no que se refere à replantação de árvores para substituir as que foram abatidas.

Temos consciência que não se pode investir simultaneamente na resolução de todos estes problemas, mas também vemos ser investido fundos para projectos efémeros ou de duvidosa utilidade, deixando de lado a nossa memória e herança cultural.

 



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Sexta-feira, 3 de Novembro de 2017
ORDENAMENTO… COLIDE COM SUBSIDIOS PARA EUCALIPTOS

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De acordo com técnicos florestais, embora os incêndios sejam uma calamidade a todos os níveis, poucas pessoas parecem saber que a paisagem mediterrânica está intimamente ligada com o fogo e que a vegetação autóctone está bem adaptada e, em alguns casos, até dependente da sua ocorrência regular. "Muitas das espécies vegetais aqui presentes são estimuladas pelo fogo, ou seja, por factores, como o calor e o fumo, que promovem fenómenos como a dispersão, a germinação, a floração, etc.". Então, por que razão não controlam os incêndios? São várias as razões. Uma das mais importantes é que "a vegetação nativa da região mediterrânica tem sido substituída por espécies exóticas em especial o eucalipto.

 

Houve factores que serviram para a situação se agravar como o caso da extinção dos guardas florestais (força desmilitarizada que fiscalizava, informava e colaborava na limpeza de grandes áreas montanhosas), fazendo um trabalho extremamente importante na área da prevenção, pois não é possível fazê-lo a partir dos gabinetes. Além de tudo isto, a extinção desses guardas, foi um erro pois conseguiram transformar um força que trabalhava directamente no terreno, num clube de amigos que julgavam que os fogos se apagam só com aviões e equipamento de bombeiros.

 

Deixaram destruir um património habitacional importante (casas florestais) e devidamente localizado em locais chave para controle de incêndios, e fiscalização da própria natureza mostrando um desconhecimento do País real, e uma ignorância incrível de como se pode controlar os incêndios.

Para o problema dos incêndios, havia necessidade de eliminar os problemas inerentes à monocultura, mas os responsáveis da altura optaram por aplicar a "sensibilização das ditaduras" e solucionar a questão com cargas policiais contra a comunidade civil e contra elementos de associações ambientais, que contestavam e faziam frente à expansão da monocultura do eucalipto. Mesmo os políticos denominavam-nos de comunistas, fundamentalistas. Foi assim que em 1989 conforme o descrito no semanário EXPRESSO de 1 de Abril, com o título "QUANDO OS LOBOS UIVAM" os populares e ambientalistas referiam que "o Eucalipto vai secar a nossa terra"; as populações revoltaram-se, mas sem abalar o poder financeiro das celuloses.

 

Além disso, é vergonhoso que ao fim de todos estes anos ainda não tenham analisado, a situação e mais incrível ainda é a existência de subsídios para a reflorestação do eucalipto, o que nos leva a acreditar que de facto existem incendiários pagos não se sabendo por quem.

Portugal ardeu de forma incompreensível ao longo dos últimos anos e continuou a arder durante este Verão e Outono sendo agora agravado pela intensidade do incêndio. Varreu tudo: casas, vidas e a esperança de recomeçar. Houve mesmo alturas em que até o asfalto ardia. As chamas arrastaram lágrimas um pouco por todo o lado e colocaram Portugal no centro do mundo.

As consequências Humanas sociais e económicas configuram uma calamidade pública. Esta vaga de incêndios que devorou a floresta portuguesa, não afecta apenas os bens materiais, mas também o ambiente, a qualidade de vida de milhares de pessoas e alteração dos próprios ecossistemas existentes. Foram destruídas diversas cadeias alimentares, que protegem o próprio ser humano, os quais vão demorar dezenas de anos a recuperados.

 

- Embora existam plantas exóticas como é o caso do: milho, da batata do tomate, que, são culturas de importação relativamente recente, ninguém por isso, vai deixar de os cultivar, poi tem utilidade alimentar, no passado o próprio pinheiro não ocupou as vastas áreas onde hoje o encontramos e o castanheiro terá sido introduzido pelos romanos. E também, não será por isso que os dispensamos.

Com isto quero dizer que quem tem gerido este País tem de ter o bom senso de ouvir a opinião de muitos técnicos, principalmente aqueles que nada têm a ver com politicas e ter em conta que os efeitos negativos da eucaliptização são demasiado evidentes na redução dos níveis freáticos; conforme referem os Biólogos: "O eucalipto não é base de nenhuma cadeia alimentar, o seu fruto não é comestível, as suas folhas não formam húmus. São uma monocultura e, do nosso ponto de vista, constituem uma poluição ecológica e evolutiva", pois presentemente após um incêndio o ciclo de crescimento é mais lento que a vegetação autóctone, a qual vai ser abafado, pelos eucaliptos que rebentam logo que são queimados, além de absorverem a água do solo, também não deixam crescer o chamado sub-bosque, isto é, os arbustos e pequenas plantas que formam o substrato da floresta.

Conclui-se, que numa mata de eucaliptos há mesmo só eucaliptos, o que vai originar um menor número de insectos, de aves e de mamíferos, servindo essas matas somente de refúgio para espécies que se alimentam nos campos em redor.

Além do referido, quando há a ocorrência de fogos, produzem uma elevada quantidade de calor, que conduzem a profundas alterações na composição do coberto vegetal, pois causam danos graves nas raízes, dificultando a regeneração vegetativa, e inviabilizam as sementes do solo. Uma outra, não menos importante, tem a ver com a reincidência do fogo nos mesmos locais, com intervalos muito curtos de tempo. Quando a vegetação começa a recuperar dos incêndios anteriores é novamente afectada, voltando a imperar a "terra queimada", com efeitos mais graves o que vai originar maior dificuldade de recuperação da vegetação nativa.

 

O importante será distinguir entre as necessidades de produção florestal e os imperativos da prevenção de um Património que levou milhões de anos a evoluir. Para evitar isso é necessário que os responsáveis se preocupem com o ordenamento floresta em que a monocultura do eucalipto e do pinheiro (plantas resinosas), põem em risco as vidas humanas devido a dar origem a incêndios incontroláveis, e a fácil projecção das suas folhas incandescentes, dão origem a outras ignições a centenas de metros de distância.

Mas, nada melhor que citar o Arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles, que referia a uns tempos atrás que se os "responsáveis do território não souberem nada da história da agricultura, não souberem da evolução da paisagem, não souberem da ecologia da água e do solo, estarão completamente ultrapassados. Essa formação era boa quando a cidade intervinha no território como o único agente activo, enquanto o resto do território era um agente passivo´´.

 

Deviam começar a pensar na flora autóctone porque, por exemplo, os carvalhos originariam um nível de biodiversidade muito elevado, dando origem a cadeias alimentares de muitas espécies animais, o que deixou de acontecer com as monoculturas industriais (pinheiro, eucalipto). Além disso são espécies que cobriram os nossos bosque durante séculos, (e que os celtas consideravam sagrados).

Não fora o facto de termos o País coberto de pinheiros e eucaliptos - que nada têm a ver com a nossa vegetação autóctone e as consequências dos fogos florestais, seriam bem menos preocupantes. Pode-se comprovar isso, nas poucas zonas onde ainda persistem pequenas manchas desta vegetação ancestral. Nesses locais, encontram-se plantas com enorme resistência ao fogo, com o qual têm aprendido a conviver ao longo de uma evolução natural de milhões de anos. A mais notável é o sobreiro, que consegue rebentar e regenerar rapidamente após o fogo e cuja cortiça funciona como isolador contra o calor provocado pelos incêndios. Também a azinheira apresenta grande capacidade para rebentar pela base das árvores queimadas.

 

A situação só será ultrapassada, se de facto os responsáveis ou governantes conseguirem entender que estamos perante alterações climáticas e que só com o ordenamento florestal é que será possível controlar catástrofes como estas.

Lembro, que a Natureza não se vende e o seu reequilíbrio implica formas por vezes catastróficas, que nós não conseguimos controlar.

 

Joaquim Vasconcelos - 22 de Outubro 2017

 



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Segunda-feira, 21 de Agosto de 2017
Ainda sobre a Bandeira Azul

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É recorrente a atividade de hastear e arrear a Bandeira Azul na praia de Vila Praia de Âncora ao longo das ultimas décadas. Um longo folhetim sem fim à vista, pelo menos enquanto não forem erradicadas as causas da anomalia.

Repetimos a nossa publicação no Facebook a 22 de Julho de 2016, porque se mantem atual:

"Parece já estar ultrapassada a anomalia que originou o arreamento preventivo e temporário da Bandeira Azul na praia de Vila Praia de Âncora. As últimas análisesconfirmam a boa qualidade das águas balneares e o regresso à normalidade da “praia das crianças”.
No entanto, o NUCEARTES – Núcleo de Estudos e Artes do Vale do Âncora, reitera uma vez mais, tal como o vem fazendo há mais de vinte anos, que é necessário estudar, refletir e avançar em formas alternativas de total despoluição do Rio Âncora e da sua bacia hidrográfica, sob pena de continuarmos com “o coração nas mãos”, independentemente do esforço e atenção que os órgãos autárquicos depositam neste assunto.
É necessário erradicar de forma clara e permanente todos os drenos de descarga no Rio Âncora (ETAR e estações elevatórias) e encaminhá-los para o meio natural com capacidade de dispersão, o mar. Igualmente é necessário reforçar o controlo e continuar a eliminar os focos de poluição ao longo dos regos foreiros, pois ainda há efluentes não tratados a serem vertidos clandestinamente nestes canais.
Aos Ancorenses e veraneantes, a Direção do NUCEARTES deseja boas férias e uma ótima estadia na Praia das Crianças."

Diversas vezes o NUCEARTES tomou posição sobre a qualidade das águas balneares, mas apenas queremos destacar as declarações de Agosto de 2011 e que podem ser lidas aqui aqui, precisamente pelos mesmos motivos.

 



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Terça-feira, 6 de Junho de 2017
Movimentação de areias na praia de Vila Praia de Âncora

 

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Comunicado

 

A intervenção de movimentação de areias que está a ser levada a cabo na praia de Vila Praia de Âncora, há vários anos que é defendida pelo NUCEARTES – Núcleo de Estudos e Artes do Vale do Âncora, quer por uma questão de segurança, quer por uma questão de limpeza das próprias areias.

No entanto, esta operação devia ter lugar no final do verão ou início do outono, para durante o inverno, o mar ao inundar o areal, proceder à “lavagem” das areias, retirando os elementos mais pequenos e leves (poeiras).

A intervenção actual não satisfaz cabalmente estas finalidades, limitando-se a um melhor nivelamento e funcionalidade da praia, ficando por resolver o problema da higienização das areias, que tanto incómodo causa, principalmente nos dias de nortada.

 

 Vila Praia de Âncora, 6 de Junho de 2017

 

A Direcção

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Segunda-feira, 2 de Janeiro de 2017
Visita da Direcção do NUCEARTES ao Dolmén da Barrosa

A Direcção do NUCEARTES – Núcleo de Estudos e Artes do Vale do Âncora, deslocou-se no passado dia 27 de Dezembro à Quinta e ao Dólmen da Barrosa, para se inteirar das obras de requalificação, no âmbito do Orçamento Participativo da Câmara Municipal de Caminha.

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De momento faz-se o rebaixo dos muros de delimitação da Quinta, a retirada do equipamento de desportos radicais e a eliminação da placa de base em betão.

Também está contemplado no projecto a reconstrução da casa dos caseiros para ser utilizada como centro de interpretação, indispensável para uma condigna recepção aos visitantes.

Da visita efectuada retiramos alguns apontamentos que nos parecem importantes concretizar:

  • A existência de alguns aparelhos de manutenção física espalhados aleatoriamente pela quinta não fazem sentido, podendo ser deslocalizados para diversos pontos das ecopistas construídas;
  • É necessário prever um sistema de iluminação do monumento e zona envolvente;
  • Embora a arborização da Quinta seja constituída apenas por espécies autóctones, julgamos necessário introduzir alguma diversidade botânica.
  • O parque de merendas deve ser melhor definido, dotado de ponto de água e de uma efectiva recolha de lixo;
  • O espaço das hortas urbanas pode ser visualmente separado do resto do terreno através de uma sebe e da plantação de fruteiras;
  • Os poços da quinta podem ser recuperados e equipados com os engenhos tradicionais;

Uma vez terminadas as obras é fundamental que o Dólmen da Barrosa integre os roteiros e as referências turísticas do Concelho de Caminha, algo que tem ficado tantas vezes esquecido. A promoção do Dólmen da Barrosa também tem de abranger a comunidade escolar da região, tornando-o uma referência importante nas suas visitas de estudo.

A requalificação da zona envolvente e a valorização do Dólmen da Barrosa é uma luta travada por esta associação de defesa do património desde sempre e não baixaremos os braços até conseguirmos este objectivo.

 

 

 



publicado por nuceartes às 15:20
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Sábado, 26 de Novembro de 2016
Melro d'Água em edição digital

A direção do NUCEARTES acaba de lançar mais um número do boletim Melro d'Água, desta vez em formato digital.

Além do editorial, a atenção deste boletim está centrada no projeto de proteção do "Borrelho de coleira interrompida" do qual esta associação é parceira há já vários anos, no projeto "Eco-escolas" da EBS do Vale do Âncora e nos presépios de S. Lourenço da Montaria.

Para aceder ao Melro dÁgua clicar:

 http://issuu.com/melrodagua/docs/melro_d___gua_13/1

 



publicado por nuceartes às 15:56
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